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Carta ao grupo Nerdcast.

Venho, por meio desta, me desculpar, diretamente com Pedro Nogueira e, indiretamente, com todos os integrantes do grupo Nerdcast, presente no Facebook.

Dia 5, último, o mundo foi pego por uma notícia muito desesperançosa: Steve Jobs está morto. Em minha deselegância, falta de tato e pura falta de memória(logo explicarei), vendo um comentário da dor de seu herói, ofendi, ídolo e fã, de maneira grotesca.

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Entendo que as, agora, que as respostas foram até leves perto de outras que lemos em fóruns e grupos de bate-papo na internet. Mas a minha memória(já chego lá), aliada a minha soberba, não me deixaram parar.

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Mais que justo, ser banido do do grupo por tal heresia. Steve Jobs pagou 1 milhão em ações a Xerox, para visitar sua divisão de pesquisa em Palo Alto, a PARC e… eu tinha me esquecido completamente! A minha vergonha só é menor que meu arrependimento.

O que fiz foi imperdoável. Independente de minha falha memória, como pude ignorar tantas outras contribuição de Jobs: fontes, 1º servidor de internet, Pixar, iPod e podcast(meu maior hobby atualmente), iPhone, iPad, e, mais importante, que devemos seguir em frente em nossas convicções e não nos deixar abater por nada, pois temos pouco tempo.

Peço perdão, mais uma vez, a todos os envolvidos pela minha grosseria.

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Agradeço o gênio que, infelizmente, se foi com uma mensagem dele:

Stay hungry, stay foolish.

Ócio analisa #2: Trinta anos!

Olá, senhoras, senhores e senhoritas (>_õ). Do alto dos meus recém completos 30 anos, venho passar os olhos por este tema incômodo. Porquê incomodo você pergunta caro fdp que lê e não comenta os posts leitor, porque fui eu que fiz e no dos outros é sempre refresco.

Fazer 30 não é o problema, na verdade é mas não vou entrar nesse mérito, é ter aproveitado de maneira incompleta esses anos. Tinha que ter feito tanta coisa:

Devia ter feito arte marcial desde moleque;

Devia ter sido mais cara-de-pau com a mulherada desde meus 14;

Devia deixar de lado curso noturno de Desenho de Gibi com 16, que só me fez perder um ano;

Devia ter ficado em Niterói quando meu irmão foi morar em Araruama;

Devia ter estudado pro vestibular e feito faculdade;

Devia ter parado de fumar quando minha mãe teve câncer;

Devia ter completado curso técnico em vez de dar prioridade a um emprego que me deu as costas;

Devia ter casado e sido pai.

A quantidade de coisas que eu me arrependo só não é incondicional pois tive compensações como não perder minha adolescência porque a camisinha furou e ter namorado meninas de 14 depois de velho(com a devida autorização dos pais), saber desenhar, fiz grandes amizades em Araruama, não fiz faculdade mas arrumei um amigão que fez Direito(é sempre bom ter amigo advogado), estou parando de fumar(minha mãe ainda fuma 3 maços/dia) e ontem fumei 3 além de andar de bicicleta e jogar basquete, ainda posso me casar e ter filhos(garoto por favor!).

Sempre que se olha pra tras, temos a impressão que não fizemos muito, principalmente se você ainda é solteiro. O que a gente muitas vezes não percebe, é que em cada 2 momentos ruins, houve um bom de igual peso que compensou.

Estou com trinta, não pareço(no máximo 29 kkk).

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Estou concluindo curso técnico, encontrei uma garota legal, e tenho pelo menos mais 30 anos de vida pra fazer o que quizer.

PS: daqui a 10 anos escrevo sobre os 40.

Ócio analisa #1: A personagem favorita

Começo aqui minha primeira, de muitas, analise de assuntos que enveredarão para indignação, humor ou a mais pura filosofia de boteco. Espero que aprecie, comente e compartilhe.

Cheguei a conclusão que quando alguém admira uma personagem, seja de qualquer meio(cinema, teatro, literatura, gibi), na verdade ela quer sê-la. É como ver, por exemplo, um filme de James Bond. Você quer ser sensual como ele, pegar as mulheres como ele, os caras criados pela avó querem tomar um Martini seco batido, não mexido, mas a maioria quer ter as mulheres, o apelo sexual e a capacidade resolver problemas impossíveis da personagem.

Concluí essa teoria há tempos. Mas só tive comprovação da veracida do pensamento, quando, certa vez, uma colega me dice que “adorava” uma personagem de animê que ela gosta, e eu detesto, a Hinata Hyuuga, do animê Naruto. Ela é toda fofa, tímida, e outros predicados, e nutre uma paixão secreta pelo protagonista.

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Na época, por estar afim dela. peguei a série com ela pra ter assunto. Que merdafoda! Depois de 151 epsódios, vistos numa maratona exaustiva, já tinha desistido dela e da série.

Lembro que ela disse, “ adoro ela”. Ora bolas, eu sempre gostei do Clark Kent, por ser tudo o que não sou: bom filho, bom profissional, bom namorado, sem preconceitos, altruísta, … Depois de conhecê-la, eu entendi que ela gostava da Hinata pelo mesmo motivo que eu do Clark. Admiração.

Quando você gosta de uma personagem, com admiração e não empatia, essa tem algo que você anseia em seu íntimo. Todos queremos ser melhores. E a personagem está ali, junto com seu inconsciente, gritando isso na tua orelha e expondo pra todos, com um mínimo de raciocínio, suas falhas de caráter.

Exemplos que comprovam minha linha de pensamento vão desde você, caro fã pervertido de James Bond, até o cara com tendencias violentas que se amarra no MacGyver, passando pelo cara que, quando pode, sacaneia o chefe mas só quer reconhecimento, a la Mutley e por todas as meninas(e meninos que queriam ser meninas) de 13, que gostam da porcaria da saga Crepúsculo(e eu adorava essa palavra), pois querem ter um vampiro pupurinado e um lobisomem depilado dois homens lindos disputando seu amor. Não tem como errar. Se você quiser saber como é uma pessoa, sem máscara, pergunte qual sua personagem favorita. Isso vai te trazer informações valiosas, inclusive que quando uma briga rufar, aquele seu amigo/colega/parente/conhecido, que é fã do Wolverine, vai ser o primeiro a correr.

Babe ficou órfão.

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Morreu Dick King-Smith, autor do livro que inspirou o filme Babe. Segundo porta-voz da Random House, morreu na terça enquanto dormia, em sua casa perto de Bath, no sudoeste da Inglatera.

Além de Um porquinho chamado Babe e Meu monstro de estimação, King-Smith deixa mais de cem livros infantis(nenhum em português além dos supracitados, que eu saiba), nos quais os animais são os protagonistas, baseados em sua experiência de agricultor.

Via The Escapist

Mata-console? Nããããã…

Que o iPhone e o iPad tem abocanhado suas fatias no mercado de games você já sabe. Pelo andar da carruagem, a fatia do iPad só tende a aumentar. Pensando nessa crescente, a  Ten One Designs criou um “joystick” para o console a engenhoca(ou gadget, se tu é daqueles que não conhece nem sua própria língua e fica usando palavra gringa pra compensar seu léxico reduzido. Inspira…expira…ownnn). Confira o vídeo:

O Fling(“arremesso” segundo o Google) não tem data de lançamento ainda, mas está em pré-venda por, como diria o Cardoso, 24,95 obamas(cerca de 41,45 dilmas). Se você já tem uma porrada de jogos no seu iPad, que falta fará um galo a menos?

Via The Escapist

Adeus, Frank. (;_;)/

Morreu Leslie Nielsen. “Que merda!” dirá você, caro leitor, que como eu, tiver quase 30 anos. A vida é injusta. É, eu sei.

Não tenho muito o que falar além de que este homem me deu ótimos motivos pra rir quando meu pai e eu( ainda moleque) víamos seus filmes. Ficávamos comentando as cenas no dia seguinte, rindo de novo e de novo. Foi um capítulo adorável da minha infância, do qual me lembro com muito carinho.

Thanks for all, Mr. Nielsen.